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Ex-vendedor da fabricante de vacinas Merck & Co. não quis vacinar o filho | 03Fev2016 15:18:03

 


Olá, chamo-me Scott Cooper. Fui representante farmacêutico da Merck Sharp & Dohme, que passou a ser Merck Human Health Co. Fui vencedor do prémio Vice President’s Club em 1992, e quero contar a minha história. 

O meu filho nasceu em 1991, vai fazer 24 este ano. Nunca foi vacinado. Foi uma criança muito, muito saudável, raramente ou nunca ficou doente, e foi sempre muito mais saudável do que as outras crianças. Quando corriam e brincavam, todos os miúdos tinham pingo no nariz, bebiam muito leite, todos eles vacinados. O meu filho sempre foi saudável, nunca teve pingo no nariz, foi sempre muito, muito saudável e esperto.

Vou voltar atrás um bocadinho, a 1990, quando a internet ainda não era acessível, eu tinha lido muitos livros sobre vacinas e, como a maioria das pessoas, toda a minha vida acreditara nas vacinas, pelo que me ensinaram na escola. Mas fiquei muito chocado quando comecei a ler e a saber que as vacinas não só eram ineficazes mas também que a vacinação apresentava grandes riscos.

Por isso, quando soube que a minha mulher estava grávida, conversei com ela sobre não vacinarmos e, claro, ela era a favor das vacinas. Portanto, fiz um acordo com ela.

Na ocasião, eu trabalhava para uma empresa farmacêutica gigante, como representante de vendas e prometi-lhe uma coisa. Disse-lhe: “Vou à biblioteca e trazer para casa tudo o que encontrar a favor e contra as vacinas. Tu lês e depois decides".

E foi o que fiz. Fui às bibliotecas procurar em jornais e revistas. Na realidade, encontrei um pequeno molhe de informações a favor das vacinas, mas voltei para casa com caixas cheias de livros e artigos contra elas.

Entreguei-lhos e deixei-a decidir e eu voltava para casa do trabalho e encontrava-a a ler aquilo e a chorar, por causa do que lia e assim, quando o meu filho nasceu, nós dois tínhamos a mesma opinião sobre as vacinas e foi interessante porque o meu obstetra, o obstetra da minha mulher, me chamou e disse: “O senhor trabalha para uma empresa farmacêutica grande, como é que não vai vacinar o seu filho?” E a minha empresa fabricava muitas das vacinas e tinha um departamento de vacinas e tudo e eu disse-lhe, disse-lhe sem hesitar por que é que nós..., tivemos uma discussão enorme sobre o assunto e, embora ele discordasse, ainda assim fizemos o que eu queria.

Durante uma sessão de formação na Merck, vieram advogados da empresa. Acabei por lhes perguntar o que causa a maioria das ações judiciais, se são grandes, etc., e um dos advogados respondeu sem hesitar que a maioria, ou quase todas, as ações judiciais contra nós vinham do departamento de vacinas.

O que quero dizer às pessoas que estão a ver este vídeo é que façam a sua pesquisa, está bem? Se não souberem ao certo ou estiverem indecisos se devem vacinar ou não os seus filhos, peço-lhes que, por favor, pesquisem!

Existe um monte de recursos disponíveis onde podem procurar. A Dra. Sherry Tenpenny tem um sítio cheio de recursos. Já foram publicados milhares de páginas de estudos médicos mostrando os riscos inerentes às vacinas. Há um monte de livros que confirma isso, vezes e vezes sem conta, os danos causados pelas vacinas.

Se acreditarem no que a AMA, o CDC e o seu médico lhes dizem, não estão a pesquisar o suficiente.






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