| Uma questão de tamanho |
29Jun2008 00:00:00 |
| Publicado por: Zé Tuga (Gov) |
Nascemos numa agradável mas modesta escala. Concebemos o milimetro e o kilómetro mas além ou aquém disso falham-nos os sentidos. A observação do que nos rodeia não confirma aquilo que a ciência prova e cada vez nos sentimos mais ansiosos. A vontade de conhecer mais e melhor e a audácia de nada respeitar fazem com que o ciclo continue inexoravelmente. A lei do mais forte é apenas outro nome para a evolução. E sem dúvida seremos amanhã melhor que ontem fomos. O futuro já começou e muitos de nós ainda não vimos mencionados nos manuais escolares. Sentado, sem nada desejar, sem nada aceitar, sem nada crer, reconheço a diversidade dos caminhos desconfiando que os meus olhos apenas evitam que eu veja demais. Dou por mim a sonhar-me capaz de atravessar paredes mas á ultima da hora duvido de mim mesmo e acabo a assobiar pelo canto do olho. Tento pensar pequeno e acabo a vegetar com o aborrecimento da tarefa, o mundo atómico, quantico ou outro que tal são coisas das quais me interessa ler para não ter que as ouvir ou pensar. O mesmo me acontece quando dou por mim a aumentar a escala. Pensar em milhões de anos, quilómetros, anos-luz, ou outra medida qualquer apenas me põe a pensar..."O que é que isso interessa?" Resta-me apenas viver nesta minha bela carapaça tentando usá-la da melhor maneira para usufruir deste fantástico bónus que é um dia ter nascido. Apesar de me sentir tantas vezes fora da minha escala o meu corpo acaba sempre por me trazer de volta ao que sou suposto ser.
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| Benfica na liga dos campeões |
25Jun2008 11:00:00 |
| Publicado por: José Lourenço |
Com o respectivos comentários:
Não há limites para o mau gosto e para a decencia nas hostes portistas! É pena porque a equipa de futebol até nem é má.
Tristes os adeptos que encaram a corrupção(tentada, mas n provada)c este ânimo leve!!!
e k continuam a gabar a'inteligência' do chef.XICOS-ESPERTOS é o k 'vós "soindes"'
o meu melhor despertar,valeuuuuuuuu,6 estrelas
Quando o Pinto da Costa morrer eu tambem faço isto mas com imagens da maior festa portuguesa. ;)
Em cada portista há um brochista....
CORRUPTOS...CRIMINOSOS...
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| A Imutável Lei de Deus |
22Jun2008 20:50:00 |
| Publicado por: Megatomaz On-Line |
  
"Abriu-se no Céu o templo de Deus e a arca do Seu concerto foi vista no Seu templo." Apoc. 11:19. A arca do concerto de Deus está no santo dos santos, ou lugar santíssimo, que é o segundo compartimento do santuário. No ministério do tabernáculo terrestre, que servia como "exemplar e sombra das coisas celestiais", este compartimento se abria somente no grande dia da expiação, para a purificação do santuário. Portanto, o anúncio de que o templo de Deus se abrira no Céu, e de que fora vista a arca de Seu concerto, indica a abertura do lugar santíssimo do santuário celestial, em l844, ao entrar Cristo ali para efetuar a obra finalizadora da expiação. Os que pela fé seguiram seu Sumo Sacerdote, ao iniciar Ele o ministério no lugar santíssimo, contemplaram a arca de Seu concerto. Como houvessem estudado o assunto do santuário, chegaram a compreender a mudança operada no ministério do Salvador, e viram que Ele agora oficiava diante da arca de Deus, pleiteando com Seu sangue em favor dos pecadores.
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| Centro de Nossa Esperança |
22Jun2008 20:30:00 |
| Publicado por: Megatomaz On-Line |
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- O Santuário Celestial
A passagem que, mais que todas as outras, havia sido tanto a base como a coluna central da fé do advento, foi: "Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado." Dan. 8:14. Estas palavras haviam sido familiares a todos os crentes na próxima vinda do Senhor. Era esta profecia repetida pelos lábios de milhares, como a senha de sua fé. Todos sentiam que dos acontecimentos nela preditos dependiam suas mais brilhantes expectativas e mais acariciadas esperanças. Ficara demonstrado que esses dias proféticos terminariam no outono de 1844. Em conformidade com o resto do mundo cristão, os adventistas admitiam, nesse tempo, que a Terra, ou alguma parte dela, era o santuário. Entendiam que a purificação do santuário fosse a purificação da Terra pelos fogos do último grande dia, e que ocorreria por ocasião do segundo advento. Daí a conclusão de que Cristo voltaria à Terra em 1844.
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| O último dia daquelas Vidas |
13Jun2008 00:00:00 |
| Publicado por: Zé Tuga (Gov) |
O telefone acorda-me quando a ressaca já havia despertado há muito. Toldado pelos excessos e pelas faltas quase não escuto as palavras que teimam em continuar. A custo obrigo-me a funcionar. Parece que está um dia lindo, apesar de eu de beleza entender pouco, a palavra sempre me fez cócegas nos ouvidos, e que se está bem é na praia. A alegria que existe nas palavras amigas que me chegam de perto, tão perto, contrastam com o negrume que sinto possuir-me e estou cada vez mais longe. Para evitar desilusões combino tomar um café dai a uns minutos. Deixo cair o telefone e sinto o Inferno chegar. A solidão da ressaca tranca-se sobre mim e nem Deus nem Satã me podem valer agora. O vómito fácil é meu companheiro matinal como se de gravidez se tratasse. Pico-me várias vezes com os restos nocturnos na ânsia de não falar com o dealer. Hoje, só hoje. Repito para mim enquanto sugo o meu próprio sangue por buracos que teimo em não fechar.Hoje, só hoje... O vómito chega coberto de gelo e nunca me senti tão frio e morto. Tento pensar nos que amo mas os seus Amores por mim parecem-me ofensivos quando me olho ao espelho... Um morto não merece amigos penso eu após tomar a fatídica decisão. Ainda não é hoje que a Luz irá vencer em mim. Enquanto escorrego no cuspo dos outros acerto os detalhes do embuste e quase já sinto aquele gosto amargo e morno na boca. Ficou semi-assente que assim que eu tivesse resolvido os meus assuntos e morto as minhas dores iria ter á praia. Estava precisado dum bocado de cor segundo reza a minha memória e era maneira de fumar umas e pôr a conversa em dia. Nesta altura éramos dois opostos a partilhar uma vida. E assim foi na práctica por tempo demais.Eu era a sólida e sensata revolta silenciosa. A todos dizendo para a ninguém seguirem mas sempre a falar. Palavras negras que tantas vidas marcaram e que mais valia tivesse calado. Ele vivendo calado e tanto fazendo. Na quietude do seu lar construindo um sonho tantas vezes solitário e sublime. Buscando a beleza onde ela não existia acabou por a fazer nascer. A fraternidade e cuidado mudo que existia entre nós sempre nos manteve intocáveis no meio de tantas descobertas e até aquele dia tudo me parecia normal. A sua Luz que tanto me inspirava e as minhas Trevas que tanto o desafiavam. O equilibrio precário que fazia com que tantas vezes partilhássemos tudo e mais alguma coisa. Nada disto me ocorreu no solitário caminho para a morte lenta. Com as dores adiadas por umas horas recebo a fatal chamada no meio dum compal de pêssego."O Xico afogou-se."...Por alguns anos sonhei com estas palavras. Acordado ou a dormir deixou de importar, estas palavras soaram dentro de mim destruindo toda a possibilidade de futuro radioso. O efeito foi imediato. Os relógios pararam e precisei de ir para perto. Um amigo foi rápido em levar-me á praia que sabia estar quase deserta, estavamos em meados de Abril, e a primeira alma que vejo veste uma bata branca. Nunca tão lúcido dirijo-me a ele e pergunto se houve algum acidente na praia. A resposta é curta e profissional. Um corpo que desapareceu há mais de duas horas e que já foram iniciados os processos de busca do cadáver. Não conseguindo perguntar mais nada afasto-me em direcção da nossa amiga em comum. Encontro-a lìvida e desfigurada pelas lágrimas. Oiço a estória segundo os seus olhos e crio a minha própria. A ânsia suada do meu amigo fez com que ele tivesse apanhado um choque térmico ao entrar de rompante na água e possível congestão derivada disso. A companhia imposta ainda o havia visto acenar mas pensou que estava só a dizer adeus. E estava, realmente estava, a dizer Adeus para sempre. E eu ausente, perdido nos meus delírios tóxicos, sempre a fugir para onde não está ninguém e a acabar rodeado de gente. Dou por mim culpado dum crime que não cometi. O julgamento é rápido e ocorre só dentro de mim. Depois perdi o sentido por momentos, gritei a minha revolta e retomei a acção. Precisava de dizer aos pais dele, que tanto nos amavam, o que se passava. Algo rebenta dentro de mim e vomito aquilo que posso. Preciso dum caldo, decido eu na hora. Busco as chaves do Fiat nos pertences dele e com gestos mecânicos tudo é metido dentro do carro e em breve dois zombies carregam noticias de morte pelas estradas plenas de vida. A viagem é alucinada como de costume. Quase atropelo um policia de trânsito que fica assustado demais para tomar qualquer nota. Acho que olhou nos meus olhos e não gostou do que viu. Cruzo a ponte e em breve estou num casal que devia ser ventoso. O dinheiro troca de mãos e nem palavras são precisas ao tráfico. Conduzo com a ânsia de não chegar a nenhum lado. Abrir-se um buraco no chão e desaparecer-mos para sempre parecia-me a melhor solução na altura. Mas isto não aconteceu e dei por mim de volta a um antigo e futuro lar. Preparo a minha dose e oiço em pano de fundo, "Quero que me piques." Tento não ouvir mas aqueles grandes olhos castanhos não precisavam palavras. Pico-me ansiosamente com uma dose excessiva na esperança de que tudo se fosse. Sinto um calor infernal tomar conta de mim e o mundo dos sonhos agarra-me por momentos intemporais. Sinto uma mão quente e uma voz conhecida diz em tom mimado, "Também quero!" Acordo do pior dos pesadelos e ele teima em continuar. A campainha toca é alguém que chega muito preocupado, outro amigo de infância , pois havia sabido que algo se passara. Conto a estória sem me lembrar como e quero nova dose. Preciso de ganhar coragem para falar com os pais dele. Não posso fugir a isto. Um fio de morte prendia-me á realidade e eu só queria cortá-lo. Ela agarra-me o braço e diz-me que é a vez dela. Olho-a a fundo e não me canso a contrariá-la. Sento-a no sofá e quase choro ao picar aquela carne morna e macia com o instrumento das minhas mortes. O gozo vem rápido e infalível. Ela sorri-me agradecida por aquela não merecida paz. O amigo em comum continua a falar mas eu não o oiço. Sinto-me ausente, deslocado e sem saber que fazer a seguir. Decido ir ao trabalho da mãe, mulher de coração doce mas saúde frágil, para falar com ela. Pergunto se alguém quer ir comigo. Ele vai tentar a casa dos pais e ela teima em não responder. Aproximo-me do sofa e abano-a levemente na tentativa de a despertar do torpor narcótico quando ela tomba para o lado e vejo os sinais claros duma overdose. Não pensando em nada e tentando não escutar os berros histéricos do meu amigo,convenço-o a não chamar o 115 enquanto preparo uma injecção de sal para ela. Peço para ele a carregar para a banheira e abrir o chuveiro de água fria para cima dela. Com a precisão dum enfermeiro pico-a enquanto alguém vomita as suas preocupações no trono branco e foge para casa. Em minutos estamos no carro a caminho duma mãe que não merecia tal noticia. Novamente dois corpos ausentes e anestesiados a caminho de um fim que já aconteceu. Tudo o que se vai passar já lá está. O amor, a dor, o querer, o não crer, as lágrimas, os gritos, tudo acontece dentro de mim sem eu precisar de o vivenciar. Chegados ao sítio, por ironia um dos maiores hospitais de Lisboa, o cheiro a doença e morte parecia por demais evidente e tudo fica ainda mais negro. Completamente perdido e sem qualquer memória do que aconteceu acabo por descobrir que a pobre mulher tinha acabado de sair á poucos minutos. A bata em questão prontifica-se a estabelecer ligação telefónica com a casa dos pais dele. Eu acedo sem pensar e ele lá está outra vez. Tuuuuu,Tuuuuu,Tuuuuuu,Tuuuuuuu Sim eu já sabia que era o Culpado mas até aquele asséptico telefone me acusava. Subitamente, e contra o meu desejo, alguém fala do outro lado. O pai, homem de fleuma quase britânica e paciência de Job, alegra-se ao ouvir-me e faz-me a festa do costumes. Sufoco a custo as lágrimas e tento ser o mais prático e pragmático possivel. Não recordo hoje as palavras que escolhi para passar a terrivel mensagem, apenas guardo vívidos os gritos de horror e pânico que me vieram do outro lado. Enquanto tentava chamar por ele ao telefone fui ouvindo a casa a quebrar-se debaixo da fúria da dor de um pai.Passados uns minutos que pareceram anos acabei por desligar o telefone. Dei por mim rodeado por gente que não conhecia e que me perguntava o que se tinha passado.Pareciam-me abutres de volta da carniça ainda fumegante. Procurei quem buscava no meio daqueles rostos desconhecidos e fugi dali. Regressamos a casa dela e só já pensava na colher cheia daquele chá narcótico e intra-venoso que eu tanto amava. Ela ao meu lado revirava os olhos e a sua pele suada causava-me nojo. Parecia que nem entendia o que se passava e apenas apreciava a viagem e a companhia. Deitados, drogados, suados, olhando o tecto e deixando a vida passear á nossa frente na forma de tantas e horriveis alucinações. Em breve estamos os três no quarto.O morto,o Assassino e a Bela. Partilhando tudo e querendo mais ainda. Os corpos baralham-se e já não sei quem sou e o que sinto. O cheiro da vida mistura-se com a morte e os meus dedos entram em carnes humidas e quentes. Em breve as lágrimas não choradas são abafados por gemidos animais e lascivos. Desço do cavalo e vejo que estou sozinho a foder um corpo que nunca esteve realmente presente. Os seus gemidos, os seus gritos, os seus orgasmos, as suas lágrimas, o seu sangue, tudo isto foram armas para nos possuir a ambos. Nunca conseguindo entender que nos poderia ter a ambos acabou escolhendo não ter a nenhum. Naquele momento acabaram três vidas que se calhar só existiram em nos meus sonhos, imaginações e desejos. Eu, o revoltado incapaz, Ele o esforçado sonhador, Ela a mulher/amante/irmã. Os três partilhando a mesma campa e lápide. Juntos e sózinhos para toda o Sempre.
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| ºº Se um beijo... ºº |
10Jun2008 21:40:00 |
| Publicado por: Anabela |

Foto: Haleh Bryan
Se um beijo…
Se... um beijo fosse... uma flor, brindar-te-ia com um jardim,
Se... um beijo fosse... uma luz, brindar-te-ia com o Sol,
Se... um beijo fosse... um raio de luar, brindar-te-ia com a Lua,
Se... um beijo fosse... uma pérola d’água brindar-te-ia com o oceano,
Se... um beijo fosse... uma gota d’orvalho, brindar-te-ia com o céu,
Se... um beijo fosse... uma estrela, brindar-te-ia com o firmamento,
Se... um beijo fosse... uma alma, brindar-te-ia com a minha...
15 de Julho de 2005
Anabela Braga
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| Pastores e lobos, como são???? |
06Jun2008 13:40:00 |
| Publicado por: Megatomaz On-Line |
Conheça as 46 Diferenças Básicas entre Pastores e Lobos
Pastores e lobos têm algo em comum: ambos se interessam e gostam de ovelhas, e vivem perto delas. Assim, muitas vezes, pastores e lobos nos deixam confusos para saber quem é quem. Isso porque lobos desenvolveram uma astuta técnica de se disfarçar em ovelhas interessadas no cuidado de outras ovelhas. Parecem ovelhas, mas são lobos.
No entanto, não é difícil distinguir entre pastores e lobos. Urge a cada um de nós exercitar o discernimento para descobrir quem é quem.
Pastores buscam o bem das ovelhas, lobos buscam os bens das ovelhas.
Pastores gostam de convívio, lobos gostam de reuniões.
Pastores vivem à sombra da cruz, lobos vivem à sombra de holofotes.
Pastores choram pelas suas ovelhas, lobos fazem suas ovelhas chorar.
Pastores têm autoridade espiritual, lobos são autoritários e dominadores.
Pastores têm esposas, lobos têm coadjuvantes.
Pastores têm fraquezas, lobos são poderosos.
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| Encontro de Olhares 2008 em Viana do Castelo |
06Jun2008 00:00:00 |
| Publicado por: Um barcelense |
 1º.s Classificados Pelo o início da tarde, realizou-se um fotogame, onde a fotografia de Viana foi protagonista. O jogo funcionou entre equipas formadas por 3 elementos, que tiveram de realizar provas fotográficas por percursos, ultrapassando obstáculos e desafiando a memória, a destreza, o conhecimento e o espírito de equipa de cada participante.
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| ºº Incandescente ... ºº |
04Jun2008 13:10:00 |
| Publicado por: Anabela |
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Incandescente …
Gosto de te sentir louco
De te deixar insano de desejo.
Gosto!
Gostava de te deixar alucinado
Com meus lábios em teu corpo
Numa dança sensual e erótica.
Gostava…
Gostava de mordiscar tua pele
Sentir o seu odor… degustar o seu sabor.
Gostava…
Gostava de ouvir teus sussurros
Da música dos teus gemidos
Em meus ouvidos.
Gostava…
Gostava do teu toque suave e atrevido
Em meu corpo ardente.
Gostava…
Gostava de sentir tuas mãos e lábios
Percorrendo em doces carícias minhas costas.
Gostava…
Gosto de te sentir fervente.
Incandescente …
Gosto!
9 de Junho de 2007
Anabela Braga
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