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O maior poder já concedido ao Homem.
29Jun2008 12:00:00
Publicado por: Megatomaz On-Line

 http://www.institutoluz.com.br/arquivos/jesus_cristo.jpghttp://letrasimples.blogs.sapo.pt/arquivo/relampago.jpghttp://vivelomejor.files.wordpress.com/2007/09/biblia.jpghttp://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/90/GustaveDoreParadiseLostSatanProfile.jpg/300px-GustaveDoreParadiseLostSatanProfile.jpg

O meio por que podemos vencer o maligno, é aquele pelo qual Cristo venceu - o poder da Palavra. Deus não nos rege a mente sem nosso consentimento; mas se desejamos conhecer e fazer Sua vontade, pertence-nos a promessa: ‘Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.’ João 8:32.



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Uma questão de tamanho
29Jun2008 00:00:00
Publicado por: Zé Tuga (Gov)
Nascemos numa agradável mas modesta escala.
Concebemos o milimetro e o kilómetro mas além ou aquém disso falham-nos os sentidos.
A observação do que nos rodeia não confirma aquilo que a ciência prova e cada vez nos sentimos mais ansiosos.
A vontade de conhecer mais e melhor e a audácia de nada respeitar fazem com que o ciclo continue inexoravelmente. A lei do mais forte é apenas outro nome para a evolução. E sem dúvida seremos amanhã melhor que ontem fomos.
O futuro já começou e muitos de nós ainda não vimos mencionados nos manuais escolares.
Sentado, sem nada desejar, sem nada aceitar, sem nada crer, reconheço a diversidade dos caminhos desconfiando que os meus olhos apenas evitam que eu veja demais.
Dou por mim a sonhar-me capaz de atravessar paredes mas á ultima da hora duvido de mim mesmo e acabo a assobiar pelo canto do olho.
Tento pensar pequeno e acabo a vegetar com o aborrecimento da tarefa, o mundo atómico, quantico ou outro que tal são coisas das quais me interessa ler para não ter que as ouvir ou pensar.
O mesmo me acontece quando dou por mim a aumentar a escala. Pensar em milhões de anos, quilómetros, anos-luz, ou outra medida qualquer apenas me põe a pensar..."O que é que isso interessa?"
Resta-me apenas viver nesta minha bela carapaça tentando usá-la da melhor maneira para usufruir deste fantástico bónus que é um dia ter nascido.
Apesar de me sentir tantas vezes fora da minha escala o meu corpo acaba sempre por me trazer de volta ao que sou suposto ser.



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Ao Luar Com Cesariny
27Jun2008 00:00:00
Publicado por: Um barcelense
Recital de poesia com acompanhamento de guitarrista e exibição de documentário.
Momentos de total entrega dos participantes e assistência numerosa que aderiu a mais uma iniciativa da Acib Cultura.



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Benfica na liga dos campeões
25Jun2008 11:00:00
Publicado por: José Lourenço

Com o respectivos comentários:

intensacriaturasolar  Não há limites para o mau gosto e para a decencia nas hostes portistas! É pena porque a equipa de futebol até nem é má.   pipo264  Tristes os adeptos que encaram a corrupção(tentada, mas n provada)c este ânimo leve!!!
e k continuam a gabar a'inteligência' do chef.XICOS-ESPERTOS é o k 'vós "soindes"'   radiobonsai76  o meu melhor despertar,valeuuuuuuuu,6 estrelas   dioguuu Quando o Pinto da Costa morrer eu tambem faço isto mas com imagens da maior festa portuguesa. ;)   antikorruptos  Em cada portista há um brochista....
CORRUPTOS...CRIMINOSOS...  



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A Imutável Lei de Deus
22Jun2008 20:50:00
Publicado por: Megatomaz On-Line

http://i241.photobucket.com/albums/ff103/videogospel/jesusvoltara/arquivos_selo/jpeg175.jpghttp://apocalipsis18-4.com/anteeljuicio.jpghttp://marioreba.files.wordpress.com/2007/08/0923123.jpg

 

 

"Abriu-se no Céu o templo de Deus e a arca do Seu concerto foi vista no Seu templo." Apoc. 11:19. A arca do concerto de Deus está no santo dos santos, ou lugar santíssimo, que é o segundo compartimento do santuário. No ministério do tabernáculo terrestre, que servia como "exemplar e sombra das coisas celestiais", este compartimento se abria somente no grande dia da expiação, para a purificação do santuário. Portanto, o anúncio de que o templo de Deus se abrira no Céu, e de que fora vista a arca de Seu concerto, indica a abertura do lugar santíssimo do santuário celestial, em l844, ao entrar Cristo ali para efetuar a obra finalizadora da expiação. Os que pela fé seguiram seu Sumo Sacerdote, ao iniciar Ele o ministério no lugar santíssimo, contemplaram a arca de Seu concerto. Como houvessem estudado o assunto do santuário, chegaram a compreender a mudança operada no ministério do Salvador, e viram que Ele agora oficiava diante da arca de Deus, pleiteando com Seu sangue em favor dos pecadores.



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Centro de Nossa Esperança
22Jun2008 20:30:00
Publicado por: Megatomaz On-Line
 

http://www.jesusvoltara.com.br/arquivos_wallpaper/santuario1.jpg

- O Santuário Celestial

 

A passagem que, mais que todas as outras, havia sido tanto a base como a coluna central da fé do advento, foi: "Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado." Dan. 8:14. Estas palavras haviam sido familiares a todos os crentes na próxima vinda do Senhor. Era esta profecia repetida pelos lábios de milhares, como a senha de sua fé. Todos sentiam que dos acontecimentos nela preditos dependiam suas mais brilhantes expectativas e mais acariciadas esperanças. Ficara demonstrado que esses dias proféticos terminariam no outono de 1844. Em conformidade com o resto do mundo cristão, os adventistas admitiam, nesse tempo, que a Terra, ou alguma parte dela, era o santuário. Entendiam que a purificação do santuário fosse a purificação da Terra pelos fogos do último grande dia, e que ocorreria por ocasião do segundo advento. Daí a conclusão de que Cristo voltaria à Terra em 1844.



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O apocalipse dos trabalhadores
17Jun2008 00:00:00
Publicado por: Um barcelense
Nas livrarias a partir de Julho do amigo valter hugo mãe
que a todos irá certamente surpreender
com a sua exclusiva forma de exprimir os temas em causa.




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O Valor dos Mártires
15Jun2008 21:30:00
Publicado por: Megatomaz On-Line

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Quando Jesus revelou a Seus discípulos a sorte de Jerusalém e as cenas do segundo advento, predisse também a experiência de Seu povo desde o tempo em que deveria ser tirado dentre eles até a Sua volta em poder e glória para o seu libertamento. Do Monte das Oliveiras o Salvador contemplou as tempestades prestes a desabar sobre a igreja apostólica; e penetrando mais profundamente no futuro, Seus olhos divisaram os terríveis e devastadores vendavais que deveriam açoitar Seus seguidores nos vindouros séculos de trevas e perseguição. Em poucas e breves declarações de tremendo significado, predisse o que os governadores deste mundo haveriam de impor à igreja de Deus (Mat. 24:9, 21 e 22). Os seguidores de Cristo deveriam trilhar a mesma senda de humilhação, ignomínia e sofrimento que seu Mestre palmilhara. A inimizade que irrompera contra o Redentor do mundo, manifestar-se-ia contra todos os que cressem em Seu nome.



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O último dia daquelas Vidas
13Jun2008 00:00:00
Publicado por: Zé Tuga (Gov)
O telefone acorda-me quando a ressaca já havia despertado há muito.
Toldado pelos excessos e pelas faltas quase não escuto as palavras que teimam em continuar. A custo obrigo-me a funcionar.
Parece que está um dia lindo, apesar de eu de beleza entender pouco, a palavra sempre me fez cócegas nos ouvidos, e que se está bem é na praia. A alegria que existe nas palavras amigas que me chegam de perto, tão perto, contrastam com o negrume que sinto possuir-me e estou cada vez mais longe. Para evitar desilusões combino tomar um café dai a uns minutos. Deixo cair o telefone e sinto o Inferno chegar. A solidão da ressaca tranca-se sobre mim e nem Deus nem Satã me podem valer agora.
O vómito fácil é meu companheiro matinal como se de gravidez se tratasse. Pico-me várias vezes com os restos nocturnos na ânsia de não falar com o dealer. Hoje, só hoje. Repito para mim enquanto sugo o meu próprio sangue por buracos que teimo em não fechar.Hoje, só hoje... O vómito chega coberto de gelo e nunca me senti tão frio e morto. Tento pensar nos que amo mas os seus Amores por mim parecem-me ofensivos quando me olho ao espelho... Um morto não merece amigos penso eu após tomar a fatídica decisão. Ainda não é hoje que a Luz irá vencer em mim.
Enquanto escorrego no cuspo dos outros acerto os detalhes do embuste e quase já sinto aquele gosto amargo e morno na boca.
Ficou semi-assente que assim que eu tivesse resolvido os meus assuntos e morto as minhas dores iria ter á praia. Estava precisado dum bocado de cor segundo reza a minha memória e era maneira de fumar umas e pôr a conversa em dia.
Nesta altura éramos dois opostos a partilhar uma vida. E assim foi na práctica por tempo demais.Eu era a sólida e sensata revolta silenciosa. A todos dizendo para a ninguém seguirem mas sempre a falar. Palavras negras que tantas vidas marcaram e que mais valia tivesse calado.
Ele vivendo calado e tanto fazendo. Na quietude do seu lar construindo um sonho tantas vezes solitário e sublime. Buscando a beleza onde ela não existia acabou por a fazer nascer.
A fraternidade e cuidado mudo que existia entre nós sempre nos manteve intocáveis no meio de tantas descobertas e até aquele dia tudo me parecia normal. A sua Luz que tanto me inspirava e as minhas Trevas que tanto o desafiavam. O equilibrio precário que fazia com que tantas vezes partilhássemos tudo e mais alguma coisa.
Nada disto me ocorreu no solitário caminho para a morte lenta.
Com as dores adiadas por umas horas recebo a fatal chamada no meio dum compal de pêssego."O Xico afogou-se."...Por alguns anos sonhei com estas palavras.
Acordado ou a dormir deixou de importar, estas palavras soaram dentro de mim destruindo toda a possibilidade de futuro radioso.
O efeito foi imediato. Os relógios pararam e precisei de ir para perto. Um amigo foi rápido em levar-me á praia que sabia estar quase deserta, estavamos em meados de Abril, e a primeira alma que vejo veste uma bata branca. Nunca tão lúcido dirijo-me a ele e pergunto se houve algum acidente na praia.
A resposta é curta e profissional. Um corpo que desapareceu há mais de duas horas e que já foram iniciados os processos de busca do cadáver.
Não conseguindo perguntar mais nada afasto-me em direcção da nossa amiga em comum. Encontro-a lìvida e desfigurada pelas lágrimas.
Oiço a estória segundo os seus olhos e crio a minha própria.
A ânsia suada do meu amigo fez com que ele tivesse apanhado um choque térmico ao entrar de rompante na água e possível congestão derivada disso.
A companhia imposta ainda o havia visto acenar mas pensou que estava só a dizer adeus. E estava, realmente estava, a dizer Adeus para sempre.
E eu ausente, perdido nos meus delírios tóxicos, sempre a fugir para onde não está ninguém e a acabar rodeado de gente. Dou por mim culpado dum crime que não cometi.
O julgamento é rápido e ocorre só dentro de mim.
Depois perdi o sentido por momentos, gritei a minha revolta e retomei a acção.
Precisava de dizer aos pais dele, que tanto nos amavam, o que se passava. Algo rebenta dentro de mim e vomito aquilo que posso.
Preciso dum caldo, decido eu na hora.
Busco as chaves do Fiat nos pertences dele e com gestos mecânicos tudo é metido dentro do carro e em breve dois zombies carregam noticias de morte pelas estradas plenas de vida.
A viagem é alucinada como de costume. Quase atropelo um policia de trânsito que fica assustado demais para tomar qualquer nota. Acho que olhou nos meus olhos e não gostou do que viu.
Cruzo a ponte e em breve estou num casal que devia ser ventoso.
O dinheiro troca de mãos e nem palavras são precisas ao tráfico.
Conduzo com a ânsia de não chegar a nenhum lado. Abrir-se um buraco no chão e desaparecer-mos para sempre parecia-me a melhor solução na altura. Mas isto não aconteceu e dei por mim de volta a um antigo e futuro lar.
Preparo a minha dose e oiço em pano de fundo, "Quero que me piques."
Tento não ouvir mas aqueles grandes olhos castanhos não precisavam palavras.
Pico-me ansiosamente com uma dose excessiva na esperança de que tudo se fosse.
Sinto um calor infernal tomar conta de mim e o mundo dos sonhos agarra-me por momentos intemporais.
Sinto uma mão quente e uma voz conhecida diz em tom mimado, "Também quero!"
Acordo do pior dos pesadelos e ele teima em continuar.
A campainha toca é alguém que chega muito preocupado, outro amigo de infância , pois havia sabido que algo se passara.
Conto a estória sem me lembrar como e quero nova dose. Preciso de ganhar coragem para falar com os pais dele. Não posso fugir a isto.
Um fio de morte prendia-me á realidade e eu só queria cortá-lo.
Ela agarra-me o braço e diz-me que é a vez dela. Olho-a a fundo e não me canso a contrariá-la.
Sento-a no sofá e quase choro ao picar aquela carne morna e macia com o instrumento das minhas mortes. O gozo vem rápido e infalível.
Ela sorri-me agradecida por aquela não merecida paz.
O amigo em comum continua a falar mas eu não o oiço. Sinto-me ausente, deslocado e sem saber que fazer a seguir.
Decido ir ao trabalho da mãe, mulher de coração doce mas saúde frágil, para falar com ela.
Pergunto se alguém quer ir comigo. Ele vai tentar a casa dos pais e ela teima em não responder. Aproximo-me do sofa e abano-a levemente na tentativa de a despertar do torpor narcótico quando ela tomba para o lado e vejo os sinais claros duma overdose.
Não pensando em nada e tentando não escutar os berros histéricos do meu amigo,convenço-o a não chamar o 115 enquanto preparo uma injecção de sal para ela.
Peço para ele a carregar para a banheira e abrir o chuveiro de água fria para cima dela. Com a precisão dum enfermeiro pico-a enquanto alguém vomita as suas preocupações no trono branco e foge para casa.
Em minutos estamos no carro a caminho duma mãe que não merecia tal noticia.
Novamente dois corpos ausentes e anestesiados a caminho de um fim que já aconteceu. Tudo o que se vai passar já lá está. O amor, a dor, o querer, o não crer, as lágrimas, os gritos, tudo acontece dentro de mim sem eu precisar de o vivenciar.
Chegados ao sítio, por ironia um dos maiores hospitais de Lisboa, o cheiro a doença e morte parecia por demais evidente e tudo fica ainda mais negro.
Completamente perdido e sem qualquer memória do que aconteceu acabo por descobrir que a pobre mulher tinha acabado de sair á poucos minutos. A bata em questão prontifica-se a estabelecer ligação telefónica com a casa dos pais dele. Eu acedo sem pensar e ele lá está outra vez. Tuuuuu,Tuuuuu,Tuuuuuu,Tuuuuuuu
Sim eu já sabia que era o Culpado mas até aquele asséptico telefone me acusava. Subitamente, e contra o meu desejo, alguém fala do outro lado. O pai, homem de fleuma quase britânica e paciência de Job, alegra-se ao ouvir-me e faz-me a festa do costumes.
Sufoco a custo as lágrimas e tento ser o mais prático e pragmático possivel. Não recordo hoje as palavras que escolhi para passar a terrivel mensagem, apenas guardo vívidos os gritos de horror e pânico que me vieram do outro lado. Enquanto tentava chamar por ele ao telefone fui ouvindo a casa a quebrar-se debaixo da fúria da dor de um pai.Passados uns minutos que pareceram anos acabei por desligar o telefone.
Dei por mim rodeado por gente que não conhecia e que me perguntava o que se tinha passado.Pareciam-me abutres de volta da carniça ainda fumegante. Procurei quem buscava no meio daqueles rostos desconhecidos e fugi dali.
Regressamos a casa dela e só já pensava na colher cheia daquele chá narcótico e intra-venoso que eu tanto amava. Ela ao meu lado revirava os olhos e a sua pele suada causava-me nojo. Parecia que nem entendia o que se passava e apenas apreciava a viagem e a companhia.
Deitados, drogados, suados, olhando o tecto e deixando a vida passear á nossa frente na forma de tantas e horriveis alucinações.
Em breve estamos os três no quarto.O morto,o Assassino e a Bela.
Partilhando tudo e querendo mais ainda. Os corpos baralham-se e já não sei quem sou e o que sinto. O cheiro da vida mistura-se com a morte e os meus dedos entram em carnes humidas e quentes.
Em breve as lágrimas não choradas são abafados por gemidos animais e lascivos.
Desço do cavalo e vejo que estou sozinho a foder um corpo que nunca esteve realmente presente. Os seus gemidos, os seus gritos, os seus orgasmos, as suas lágrimas, o seu sangue, tudo isto foram armas para nos possuir a ambos. Nunca conseguindo entender que nos poderia ter a ambos acabou escolhendo não ter a nenhum.
Naquele momento acabaram três vidas que se calhar só existiram em nos meus sonhos, imaginações e desejos.
Eu, o revoltado incapaz, Ele o esforçado sonhador, Ela a mulher/amante/irmã. Os três partilhando a mesma campa e lápide.
Juntos e sózinhos para toda o Sempre.



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Dia de Portugal Viana do Castelo
12Jun2008 00:00:00
Publicado por: Um barcelense







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12Jun2008 00:00:00
Publicado por: Um barcelense





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ºº Se um beijo... ºº
10Jun2008 21:40:00
Publicado por: Anabela

Foto: Haleh Bryan

Se um beijo…


Se... um beijo fosse... uma flor, brindar-te-ia com um jardim,
Se... um beijo fosse... uma luz, brindar-te-ia com o Sol,
Se... um beijo fosse... um raio de luar, brindar-te-ia com a Lua,
Se... um beijo fosse... uma pérola d’água brindar-te-ia com o oceano,
Se... um beijo fosse... uma gota d’orvalho, brindar-te-ia com o céu,
Se... um beijo fosse... uma estrela, brindar-te-ia com o firmamento,
Se... um beijo fosse... uma alma, brindar-te-ia com a minha...


15 de Julho de 2005

Anabela Braga





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Pastores e lobos, como são????
06Jun2008 13:40:00
Publicado por: Megatomaz On-Line

Conheça as 46 Diferenças Básicas entre Pastores e Lobos

Pastores e lobos têm algo em comum: ambos se interessam e gostam de ovelhas, e vivem perto delas. Assim, muitas vezes, pastores e lobos nos deixam confusos para saber quem é quem. Isso porque lobos desenvolveram uma astuta técnica de se disfarçar em ovelhas interessadas no cuidado de outras ovelhas. Parecem ovelhas, mas são lobos.

No entanto, não é difícil distinguir entre pastores e lobos. Urge a cada um de nós exercitar o discernimento para descobrir quem é quem.

Pastores buscam o bem das ovelhas, lobos buscam os bens das ovelhas. Pastores gostam de convívio, lobos gostam de reuniões. Pastores vivem à sombra da cruz, lobos vivem à sombra de holofotes. Pastores choram pelas suas ovelhas, lobos fazem suas ovelhas chorar. Pastores têm autoridade espiritual, lobos são autoritários e dominadores. Pastores têm esposas, lobos têm coadjuvantes. Pastores têm fraquezas, lobos são poderosos.



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Encontro de Olhares 2008 em Viana do Castelo
06Jun2008 00:00:00
Publicado por: Um barcelense
1º.s Classificados
Pelo o início da tarde, realizou-se um fotogame, onde a fotografia de Viana foi protagonista. O jogo funcionou entre equipas formadas por 3 elementos, que tiveram de realizar provas fotográficas por percursos, ultrapassando obstáculos e desafiando a memória, a destreza, o conhecimento e o espírito de equipa de cada participante.



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ºº Incandescente ... ºº
04Jun2008 13:10:00
Publicado por: Anabela

Incandescente …


Gosto de te sentir louco
De te deixar insano de desejo.
Gosto!

Gostava de te deixar alucinado
Com meus lábios em teu corpo
Numa dança sensual e erótica.
Gostava…

Gostava de mordiscar tua pele
Sentir o seu odor… degustar o seu sabor.
Gostava…

Gostava de ouvir teus sussurros
Da música dos teus gemidos
Em meus ouvidos.
Gostava…

Gostava do teu toque suave e atrevido
Em meu corpo ardente.
Gostava…

Gostava de sentir tuas mãos e lábios
Percorrendo em doces carícias minhas costas.
Gostava…

Gosto de te sentir fervente.
Incandescente …
Gosto!


9 de Junho de 2007

Anabela Braga






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