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- 29Jan2013 16:39:00

 
 


 Devagar, o tempo transforma tudo em tempo.
O ódio transforma-se em tempo
O amor transforma-se em tempo
A dor transforma-se em tempo.
 
Os assuntos que julgámos mais profundos
Mais impossíveis, mais permanentes e imutáveis
Transformam-se devagar em tempo.
 
Por si só, o tempo não é nada.
A idade de nada é nada.
A eternidade não existe.

No entanto, a eternidade existe.
Os instantes dos teus olhos parados sobre mim eram eternos.
Os instantes do teu sorriso eram eternos.
Os instantes do teu corpo de luz eram eternos.
 
Foste eterna até ao FIM...
 
 

 
 
 
José Luís Peixoto


Fonte: http://loucodelisboa.blogspot.com/2013/01/devagar-o-tempo-transforma-tudo-em-tempo.html

- 07Ago2012 17:23:00





Perdido como folha solta
Que o vento lança para onde quer.
Folha caída sem gemido
Desfalecida, abandonada.
Amante do riso, da alegria
Sonhou o mais belo sonho
De tocar o céu.

Sofreu, não foi amada
Assim como eu!



Vida a esgotar-se não é para ser vivida.
Lanço a mão ainda à mão que tanto amei...


[nunca se sabe a quantas se anda
nos sentimentos do amor.
ferve-se em pouca água, pensa-se o pior
mas o querer é sempre maior,
às vezes!]






Fonte: http://loucodelisboa.blogspot.com/2012/08/perdido-como-folha-solta-que-o-vento.html

- 01Jul2012 23:49:00





A cor é romper o nascer
Alargamento de espaços
Porta aberta
Esperança prometida
Matizes soltos a brincar no cosmos.
Beleza de ser
Sedução, apelo
Envolvimento de sonhos
Cicios de almas
Alegria de paixões.
Ausência nos vazios abertos da solidão,
Secura de desertos a descolorir o amor
Cor da diferença, do sentimento, da emoção.


Meus olhos na cor
Crio-te entre arco-íris
Moldo-te de luz.



Fonte: http://loucodelisboa.blogspot.com/2012/07/cor-e-romper-o-nascer-alargamento-de_5808.html

- 19Abr2012 11:16:00






Sou fio invisível a ligar céu e terra.
Não tenho corpo, não ocupo espaço
Nem tenho dor.
Esquecido do mundo
Sou eu próprio
Qualquer coisa, não classificada
Desconhecida, impensada.
Navego na mesma órbita
Em que a mão me lançou.
Ausente de mim, nada vale nada
A não ser o amor que dei, a poetizar a vida.
Mas não deixo de tocar a terra fecundada
Aceitando o meu destino sem fim
Mil vezes percorrido para ser amado
Por aquele sorriso aberto que ri.


Esqueço o sofrimento
Para não sentir cair as lágrimas que adormeço...







Fonte: http://loucodelisboa.blogspot.com/2012/04/sou-fio-invisivel-ligar-ceu-e-terra.html

- 21Mar2012 19:15:00







A borboleta, beleza com asas cheias de cor
Voa com mil sonhos que sonho em preces de ilusão.

Dou-lhe o que não tenho e procuro nela o desejo sonhado,
A magia do silêncio, a leveza que o ar conduz no vazio de mim.

Ser como ela é ser vida.
Quisera ser assim...
Voar pela cor
Pelo odor
Tocar
Fazer nascer o ovo origem de nova fase de vida
Que é vida a prolongar-se.

Fiz de mim o que não sou e errante procuro-me sem voar.
Doem-me os pés e a sensibilidade, o coração e a mentalidade.

A claridade luz penetrante, faz-me sonhar
E o sonho leva-me ao sonho, fecundo de mim.



Irei renascendo para chegar ao começo
E voltar a ser quem sou...





Fonte: http://loucodelisboa.blogspot.com/2012/03/borboleta-beleza-com-asas-cheias-de-cor.html

- 04Mar2012 19:48:00




O que ruiu, ruiu
A beleza também se esvai.
O que foi vivido não se perdeu,
Não lastimes a falta.

A ave que saiu do ninho não volta...








Fonte: http://loucodelisboa.blogspot.com/2012/03/o-que-ruiu-ruiu-beleza-tambem-se-esvai.html

- 14Nov2011 12:31:00





Asas de ventos alísios
Te baloicem para meu braços.

Quero sentir-te.
Sentir quente o meu sonho...




Fonte: http://loucodelisboa.blogspot.com/2011/11/asas-de-ventos-alisios-te-baloicem-para_4079.html

- 27Set2011 11:40:00





Rebentar uma folha
Cair uma pétala
Abrir o silêncio
Nascer a palavra.
Tudo é complexo
Quando uma folha
Da árvore da vida
Se fecha à luz de ser.



...e aqui ando, desassossegado
Em desassossego por não saber de mim.



Fonte: http://loucodelisboa.blogspot.com/2011/09/rebentar-uma-folha-cair-uma-petala.html

- 13Set2011 23:54:00





Vivo, mas não vivo
A tristeza galopou
Inundou o meu espaço
E sofre a tristeza na profundidade
Do meu entristecer.
A saudade ajuda-me, pelas lágrimas
Mas a dor nos olhos atormenta-me.


Estou suspenso como gota
E doi-me o doer de te perder...



Fonte: http://loucodelisboa.blogspot.com/2011/09/vivo-mas-nao-vivo-tristeza-galopou_9534.html

- 15Ago2011 12:14:00

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Quanto me custa ver-te ir embora!
Saio de mim preenchendo os espaços,
Até te alcançar no meu abraço e caminhar contigo.

Olho-te, a afastar no tempo que não quero
E fico triste, cada vez mais triste
Por cada passo que vais dando.

Entre mim e ti vai-se ouvindo um silêncio
Lembrando o que se disse e o que ficou por dizer.

Vais indo. Saio do lugar onde estou.
Levo comigo a elegância do teu andar
E um desejo de te amar.

Volto-me, vejo-te mais longe.
Uma lágrima de saudade diz que permaneces aqui...



Fonte: http://loucodelisboa.blogspot.com/2011/08/blog-post_15.html

- 28Jul2011 18:27:00





Choro por cada foto
Que os meus olhos
Registam de ti,
Por cada acorde de música
Que deixaste a lembrar sons
De saudade.

Meu coração só se alegra no regresso
Quando teu olhar, teu sorriso me aquecem
Pedindo-me um beijo.

Não sei o que tenho!
Sem ti, a luz esvai-se, fico perdido.


Quero janelas a sorrir
Abertas a esperar-te...




Fonte: http://loucodelisboa.blogspot.com/2011/07/choro-por-cada-foto-que-os-meus-olhos_28.html

- 18Jul2011 00:13:00






A minha mão não finge o olhar
Quando a tristeza se esconde.

Sente sentida a pintar a paisagem
Nos tons por onde passa
Cor de alma
Misturas de dor e ausência.

Silêncios, espasmos que respiram
Sofrimento que os olhos mostram
A ver morrer o tempo na distância.


É corpo a viver o gesto não compreendido
Do fogo que não cessa e não conhece a cor da chama...





Fonte: http://loucodelisboa.blogspot.com/2011/07/minha-mao-nao-finge-o-olhar-quando_5851.html

- 08Jun2011 12:23:00






Num pedaço de argila
Moldei meu sonho
Com lágrimas em pó
Que o sol deixou
Ao olhar meu rosto.
Meus dedos tocaram
O sonho nascido
Promessa dorida,
A luz dos olhos dizia vida
Mas depois apagou-se.


Meu sonho, flor negada...



Fonte: http://loucodelisboa.blogspot.com/2011/06/num-pedaco-de-argila-moldei-meu-sonho_08.html

- 29Mai2011 19:34:00




Saudade do teu corpo nu
Odores amados por minhas mãos
Silêncios dos meus dedos
Trazendo cores.



As palavras são ocas
Falta-lhes o sentir para que falem...





Fonte: http://loucodelisboa.blogspot.com/2011/05/saudade-do-teu-corpo-nu-odores-amados.html

- 02Mai2011 11:22:00






Sinto em meu redor
Vibrações de voos de borboletas.
Asas assimétricas
Deslocam-se a dar-me sinais de ti.
São lábios a sorrir
Procuro-os,
Beijo-os
Por entre pontos e vírgulas
Nas frases que te escrevo,
Sem destino
A esperar por ti,
No outro lado da folha que se esconde.



Fonte: http://loucodelisboa.blogspot.com/2011/05/sinto-em-meu-redor-vibracoes-de-voos-de.html

- 16Fev2011 22:32:00

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Anoiteço sem lágrimas
E continuo a sofrer sem saber já exatamente
Se sofro por ti que partiste
Ou por esta despedida de mim.


A esperança cai a pique
Sobre um mar de desejos...
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Fonte: http://loucodelisboa.blogspot.com/2011/02/blog-post_16.html

- 10Jan2011 17:46:00

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Espero o sono como espero a vida
Sem o falso repouso de uma pausa de música.

(Meu doce amigo...)

Vivo sempre noite e dia
Ser vivente sem ter a vida
Ser amante sem ter o amor
E julgo que vivo e amo
Fazendo parte do todo.


Significados, para que me iluda...
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Fonte: http://loucodelisboa.blogspot.com/2011/01/blog-post_10.html

- 04Dez2010 21:06:00

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O silêncio é morrer para viver
E morreste em silêncio
Quando te isolaste de mim.
Foi melhor assim
Do que fingir amar.


És mais real a viver comigo
No silêncio que não morre...
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Fonte: http://loucodelisboa.blogspot.com/2011/01/blog-post.html

- 11Set2010 02:13:00

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Desespero
Não, por não estar aqui
Nem por não estar
quando quero.

Desespero
Pelo frio da ausência
A falta da palavra
Do gesto,
Tudo tarda.

Há qualquer falha!
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Fonte: http://loucodelisboa.blogspot.com/2010/09/blog-post_11.html

- 07Mai2010 23:06:00

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Sinto-a, por vezes, de inteira nudez,
? Cabelos negros, sobre pele morena ?
Outras, a passear pelos meus sonhos.


Dor e ausência que os olhos não mostram
Ao ver morrer o tempo na distância...
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Fonte: http://loucodelisboa.blogspot.com/2011/02/blog-post.html

- 01Abr2010 17:23:00

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Partículas mui finas e leves
Que se depositam nos corpos.

Talco
Chão
Terra
Morte
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Fonte: http://loucodelisboa.blogspot.com/2010/04/blog-post.html

- 08Mar2010 19:57:00

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Habito a distância dos dias passados
Vivo-os agora na sonolência.
Meu existir não tem tempo
Só nostalgia viva, da ausência
Sem queixume, só silêncio.


Vejo-te num abraço quente
Delicados os gestos ao apertar-te por inteiro...
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Fonte: http://loucodelisboa.blogspot.com/2010/03/blog-post.html

- 03Fev2010 13:18:00

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Insanidade, essência do meu ser
Profundidade tocante
Registo imanente,
Presença distinta
Nascimento de silêncios.

Gritos de demência!

Gentileza cortês de harpas
Harmonia sonante de violinos
Mar, vento, terra, trovão
Cosmos sonante, timbrando.



Sentir outro modo de escutar a vida
No doce chilrear que me encanta...
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Fonte: http://loucodelisboa.blogspot.com/2010/02/blog-post.html

- 13Jan2010 00:39:00

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Quanto me custa ver-te ir embora!
Saio de mim preenchendo os espaços
Até te alcançar no meu abraço e caminhar contigo.

Olho-te a afastar no tempo que não quero
E fico triste, cada vez mais triste
Por cada passo que vais dando.

Entre mim e ti vai-se ouvindo um silêncio
Lembrando o que se disse e o que ficou por dizer.

Vais indo, saio do lugar aonde estou.
Levo comigo a elegância do teu andar
E um desejo maior de te amar.

Volto-me, vejo-te mais longe.
Uma lágrima de saudade diz que permaneces aqui.


Fosse eu um menino para não perceber
O que percebo do meu amor por ti...
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Fonte: http://loucodelisboa.blogspot.com/2010/01/blog-post.html

- 17Dez2009 20:12:00

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Jaz aqui um amor harmonioso
Que se alimentou de flores cor púrpura
Adornado a beijos d'aromas desérticos.
Não se julgue que morreu condenado
Por falta de paixão, de sonho, de amizade ou amor
Pois será eterna a sua existência.

Interrogámo-nos,
Será que a escuridão da Lua é para sempre
Ou é atrevimento dela a esconder-se de nós
Transformando um instante mágico num momento louco?

...e o tempo deliciosamente parou para nós...

Deixemos existir uma brisa simples
Feita de suaves perfumes nocturnos
Para regozijo da Lua Cheia
Nossa parceira e cúmplice.
Pois com ela, curtos e inesquecíveis
Momentos pareceram nunca ter fim.

Aceito de mau grado a sua morte
E guardo em memória sentimentos inimagináveis.



Tanta vontade desfigurada em silêncio
Minha Loucura, por onde andas que já nem te reconheço...

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Fonte: http://loucodelisboa.blogspot.com/2009/12/blog-post.html